Sindicalismo não é carreira
O dirigente sindical precisa estar conectado à realidade do trabalhador. Sindicalista que constrói carreira no sindicato perde contato com a base.

Democracia sindical
para novos tempos
Por um sindicato mais democrático, transparente, participativo e conectado com toda a categoria. Do Marajó ao Xingu, em cada escritório e em cada agência.
Manifesto
O sindicato deve voltar a ser um instrumento de luta dos bancários. Defendemos uma organização independente do patronato, menos burocrata, dirigida pela própria categoria, comprometida com a defesa intransigente dos direitos, com a mobilização permanente e com a representação de todos os trabalhadores do sistema bancário. É hora de reconstruir um sindicato combativo, democrático e enraizado na base. É hora de a classe retomar a direção do nosso sindicato.

Dez compromissos para retomar o sindicato.
O dirigente sindical precisa estar conectado à realidade do trabalhador. Sindicalista que constrói carreira no sindicato perde contato com a base.
Defendemos que a direção do sindicato seja composta por diferentes correntes de pensamento. Assim, mais de uma chapa pode compor a diretoria, com cadeiras distribuídas em eleições proporcionais, evitando controle de um grupo hegemônico.
O sindicato não pode ser refém de nenhuma instituição ou central sindical. O trabalhador precisa debater, de maneira recorrente, a entrada ou permanência em qualquer organização política.
Decisões financeiras, administrativas e políticas devem ser totalmente claras e coerentes com o interesse da base, construindo a confiança necessária para a coesão social.
Os desafios da categoria surgem dia após dia. E a luta também precisa acontecer o ano inteiro. Defendemos plenárias mensais, além de encontros, rodas de debate e fóruns periódicos.
As transformações do sistema financeiro e o ataque aos trabalhadores são permanentes. Precisamos estar atentos e fortes. Propomos estabelecer canais e espaços permanentes para defesa da classe.
Cada rio que corta o Pará é uma veia aberta na luta de classes. Precisamos aprofundar os debates e participação de todas as localidades. Propomos criação de subsedes virtuais que conectem as regiões.
Orientações e perspectivas políticas devem vir de baixo para cima. Propomos congressos e referendos periódicos para decidir o futuro da nossa luta.
O sindicato deve investir continuamente na formação política, sindical e profissional dos trabalhadores, oferecendo cursos, debates e materiais que fortaleçam a consciência de classe.
Propomos a construção de uma agenda permanente de pressão junto ao poder público, de enfrentamento ao patronato e de diálogo constante com toda a sociedade civil na defesa dos interesses da categoria.

Junte-se a bancárias e bancários que acreditam em um sindicato mais democrático, transparente e participativo.
Quer ajudar a construir esse movimento na sua agência, cidade ou região? Torne-se um ponto de apoio e ajude a ampliar o diálogo com os bancários e bancárias.
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