Estação das Docas, Belém – PA

Democracia sindical
para novos tempos

A retomada
é dos bancários

Por um sindicato mais democrático, transparente, participativo e conectado com toda a categoria. Do Marajó ao Xingu, em cada escritório e em cada agência.

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Manifesto

Por que retomar?

O sindicato deve voltar a ser um instrumento de luta dos bancários. Defendemos uma organização independente do patronato, menos burocrata, dirigida pela própria categoria, comprometida com a defesa intransigente dos direitos, com a mobilização permanente e com a representação de todos os trabalhadores do sistema bancário. É hora de reconstruir um sindicato combativo, democrático e enraizado na base. É hora de a classe retomar a direção do nosso sindicato.

Movimento Retomada dos Bancários – Pará

Nossas 10 propostas

Dez compromissos para retomar o sindicato.

01

Sindicalismo não é carreira

O dirigente sindical precisa estar conectado à realidade do trabalhador. Sindicalista que constrói carreira no sindicato perde contato com a base.

02

Pela diversidade de ideias

Defendemos que a direção do sindicato seja composta por diferentes correntes de pensamento. Assim, mais de uma chapa pode compor a diretoria, com cadeiras distribuídas em eleições proporcionais, evitando controle de um grupo hegemônico.

03

Alianças são decisões táticas

O sindicato não pode ser refém de nenhuma instituição ou central sindical. O trabalhador precisa debater, de maneira recorrente, a entrada ou permanência em qualquer organização política.

04

Transparência é inegociável

Decisões financeiras, administrativas e políticas devem ser totalmente claras e coerentes com o interesse da base, construindo a confiança necessária para a coesão social.

05

A luta não pode acontecer apenas na mesa da campanha salarial

Os desafios da categoria surgem dia após dia. E a luta também precisa acontecer o ano inteiro. Defendemos plenárias mensais, além de encontros, rodas de debate e fóruns periódicos.

06

O mundo muda muito rápido

As transformações do sistema financeiro e o ataque aos trabalhadores são permanentes. Precisamos estar atentos e fortes. Propomos estabelecer canais e espaços permanentes para defesa da classe.

07

O interior deve ser centro do debate

Cada rio que corta o Pará é uma veia aberta na luta de classes. Precisamos aprofundar os debates e participação de todas as localidades. Propomos criação de subsedes virtuais que conectem as regiões.

08

Poder popular e democracia de base

Orientações e perspectivas políticas devem vir de baixo para cima. Propomos congressos e referendos periódicos para decidir o futuro da nossa luta.

09

Politizar o trabalhador é missão do sindicato

O sindicato deve investir continuamente na formação política, sindical e profissional dos trabalhadores, oferecendo cursos, debates e materiais que fortaleçam a consciência de classe.

10

Não fazemos política sozinhos

Propomos a construção de uma agenda permanente de pressão junto ao poder público, de enfrentamento ao patronato e de diálogo constante com toda a sociedade civil na defesa dos interesses da categoria.

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